Quanto à velocidade.

  • 27.5% dos condutores masculinos desta faixa etária assume conduzir mais depressa do que os outros (16.3% diz conduzir mais devagar) enquanto apenas 15.5% da totalidade dos condutores assume conduzir mais depressa (28.9% afirma conduzir mais devagar).

  • 49.4% dos condutores masculinos de 18-24 anos, afirma que ultrapassa frequentemente ou sempre os limites de velocidade (13.6% afirma que nunca ou raramente), contra 37.3% do total de condutores masculinos (31.3% destes diz que nunca ou raramente o faz).

  • Dos condutores masculinos de 18-24 anos, 12.5% considera que não devia haver limite de velocidade nas auto-estradas e 56.3% acha que esse limite devia ser mais elevado (nenhum acha que o limite devia ser mais baixo), enquanto da totalidade de condutores masculinos, 10.8% acha que não devia haver limite e 43.7% que o limite devia ser mais alto (5.6% acha que devia ser mais baixo).

  • 23.5% dos condutores masculinos de 18-24 anos concorda e 37.0% discorda que os fabricantes não deviam poder salientar a velocidade atingida na publicidade como factor de promoção dos seus veículos, enquanto no global dos condutores masculinos, 41.8% concorda e apenas 29.1% discorda dessa possibilidade.

  • Enquanto 79.5% da totalidade dos condutores masculinos aprova o controlo da velocidade por câmaras automáticas, na faixa etária de 18-24 anos, apenas 73.8% dos condutores masculinos aprovam tal controlo.

  • Conduzir demasiado depressa é considerado como causa muito frequente de acidentes para 77.5% dos condutores de 18-24 anos e para 80.6% da totalidade dos condutores.

  • 57.4% dos condutores de 18-24 anos afirma gostar de conduzir depressa, percentagem que vai descendo com o aumento da faixa etária – 53.6% para 25-39 anos, 37.5% para 40-54 anos e 17.7% para igual ou superior a 55 anos.

Estes dados permitem concluir que os condutores masculinos de 18-24 anos:

  • Conduzem mais depressa do que os outros e gostam mais de conduzir depressa,

  • Acham mais do que os outros que os limites de velocidade deviam ser aumentados,

  • Acham menos do que os outros que conduzir demasiado depressa seja muito frequentemente causa de acidentes,

  • São mais tolerantes com o recurso à velocidade na promoção publicitária por parte dos fabricantes de carros,

  • Aprovam menos a utilização de meios mais eficazes no controlo dos excessos de velocidade praticada.